quinta-feira, 26 de abril de 2012
Incógnita
Incógnita
Hoje está um clima de mormaço
mas o vento que sopra, sopra frio
cortando a pele e a saudade
Saudade do quê?
O vento faz meus cabelos
voarem em direção a minha boca
Essa boca que sente saudade
Saudade do quê?
Se caso eu escrever em giz algo
No muro, na rua ou na calçada
O vento com sua teimosia apagará
Se caso eu acender uma chama para queimar
E simplismente queimar ...
Com o tempo o vento apagará
O vento só não acabará com essa saudade
Saudade do que?
Essse vento frio entra pelos panos e mangas
Que carrego comigo
Envolvendo assim todo o meu ser
Esse ser que sente saudade
Mas....
Saudade do quê?!?!?
domingo, 25 de março de 2012
Instinto
Escrevo por puro instinto
Marco no papel as vogais
...E quanto as consoantes, bem...
Gosto mais das vogais!
Escrevo palavras por cima
De papéis amassados e de palavras
Que já tiveram sentido com suas formas
Escrevo pra valer,
Mas, ás vezes,
Quase sempre
Escrevo assim...
....Quase que brincando...
Escrevo apenas quando quero
Quando quero MESMO
Quando meu coração ta afim de soltar de meu peito
E roubar canetas e papeis por ai a fora
Instinto!
Marco no papel as vogais
...E quanto as consoantes, bem...
Gosto mais das vogais!
Escrevo palavras por cima
De papéis amassados e de palavras
Que já tiveram sentido com suas formas
Escrevo pra valer,
Mas, ás vezes,
Quase sempre
Escrevo assim...
....Quase que brincando...
Escrevo apenas quando quero
Quando quero MESMO
Quando meu coração ta afim de soltar de meu peito
E roubar canetas e papeis por ai a fora
Instinto!
sábado, 17 de março de 2012
Acontece
Eu não perdi pra dar valor
Eu simplesmente perdi.
E agora me aparece
Como se nada tivesse acontecido
Pra mim, nem lembrava mais
Mas, me enganei.
Simplesmente me enganei
Duas, três, quatro vezes.
Quando vou aprender?
http://www.youtube.com/watch?v=ihM3f3p3QS0&feature=related
Eu simplesmente perdi.
E agora me aparece
Como se nada tivesse acontecido
Pra mim, nem lembrava mais
Mas, me enganei.
Simplesmente me enganei
Duas, três, quatro vezes.
Quando vou aprender?
http://www.youtube.com/watch?v=ihM3f3p3QS0&feature=related
quinta-feira, 15 de março de 2012
Fael
Eu queria dizer a palavra mais bela
Ou cantar a canção que melhor expressaria o que sinto
Mas, acho que o que eu quero dizer não cabe em palavras
Tampouco em uma melodia
Talvez em gestos, mas gestos são limitados agora.
Muito limitados, muitas limitações!! Isso me enlouquece!!
Logo eu, que quero tanto te proteger de tudo e todos.
Te proteger do mundo, te proteger de você, de mim.
Te proteger apenas.
Zelo teu bem-estar.
É como se fosse o meu própio bem estar.
E tento viver
É difícil sem tua presença, confesso, mas consigo.
Vivi 17 anos sem conhecer você
Agora que conheci, vai ser difícil viver 17 dias sem.
Quero me afogar nesse teu olhar de mares profundos
E revoltosos, quero entender essa luta que acontece dentro de ti, ás vezes
Fico louca imaginando.
Louca, confesso que já sou.
Mas, você faz reação em cadeia em mim
Piro.
Piro!E piro! E vou pirando.
Tenho medo de me perder
Mas, se me perder, espero que me perca com você
Porque mesmo perdidos, estaremos juntos
E juntos, sou mais que uma pessoa
Sou parte de nós.
Obrigada por existir, Rafael Ricardo.
Ou cantar a canção que melhor expressaria o que sinto
Mas, acho que o que eu quero dizer não cabe em palavras
Tampouco em uma melodia
Talvez em gestos, mas gestos são limitados agora.
Muito limitados, muitas limitações!! Isso me enlouquece!!
Logo eu, que quero tanto te proteger de tudo e todos.
Te proteger do mundo, te proteger de você, de mim.
Te proteger apenas.
Zelo teu bem-estar.
É como se fosse o meu própio bem estar.
E tento viver
É difícil sem tua presença, confesso, mas consigo.
Vivi 17 anos sem conhecer você
Agora que conheci, vai ser difícil viver 17 dias sem.
Quero me afogar nesse teu olhar de mares profundos
E revoltosos, quero entender essa luta que acontece dentro de ti, ás vezes
Fico louca imaginando.
Louca, confesso que já sou.
Mas, você faz reação em cadeia em mim
Piro.
Piro!E piro! E vou pirando.
Tenho medo de me perder
Mas, se me perder, espero que me perca com você
Porque mesmo perdidos, estaremos juntos
E juntos, sou mais que uma pessoa
Sou parte de nós.
Obrigada por existir, Rafael Ricardo.
Banalidade x Essência
Acho que o ser humano está esquecendo que o beijo é um gesto de carinho, de amor e não apenas prazer.
"Ficar" por "ficar" é bulêmico a alma.
Uma vez que a essência se sustentou toda uma era de amor
E agora é como se vomitássemos esse amor em forma de banalidade
Vamos morrer desnutridos.
Vamos morrer de fome
Vamos morrer.
"Ficar" por "ficar" é bulêmico a alma.
Uma vez que a essência se sustentou toda uma era de amor
E agora é como se vomitássemos esse amor em forma de banalidade
Vamos morrer desnutridos.
Vamos morrer de fome
Vamos morrer.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Instinto?
Por puro instinto de sobrevivência, eu me afasto de você. E por pura loucura, insanidade, quando me aproximo, me aproximo em dobro. " Te odeio, depois te amo mais."
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Amor Esquecido
Eu não vim cobrar nada
Tampouco exigir para
Que se lembres de mim
Faço parte agora de teu passado
Um passado que você desdenha
Fui teu mal, fui teu bem
Fui teu começo, fui teu meio e fim
Fui tudo e mais um pouco
Me fez promessas
E cumpriu a maioria
Menos a mais importante
Nunca me deixar, me esquecer.
Sou meu eu em você que já morreu
Uma brisa leve que refrescou
Uma chuva de verão que já cessou
Sou teu amor esquecido,
Uma aventura linda, linda
Que mal começou
E já teve seu fim.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Não mudei
Meu cabelo continua o mesmo
Um pouco maior, admito
Mas ainda sim, o mesmo.
Minha pele continua a mesma
Um pouco mais clara, admito
Mas ainda sim, a mesma.
Meus olhos continuam os mesmos
Agora sem teu reflexo, admito
Mas ainda sim, os mesmos.
E eu aqui, despida da verdade
Nua de certezas, vestida de vontades
Coberta por panos e mangas
É, eu sou a mesma!
Um pouco maior, admito
Mas ainda sim, o mesmo.
Minha pele continua a mesma
Um pouco mais clara, admito
Mas ainda sim, a mesma.
Meus olhos continuam os mesmos
Agora sem teu reflexo, admito
Mas ainda sim, os mesmos.
E eu aqui, despida da verdade
Nua de certezas, vestida de vontades
Coberta por panos e mangas
É, eu sou a mesma!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Substituições
Com o tempo,
A gaveta de meia e calcinhas
Dividem espaço com os sutiãs.
Com o tempo,
As roupas de bonecas
Dividem espaço com os livros acumulados
De séries e etapas superadas.
Com o tempo,
Tuas revistas de colorir dão lugar as revistas de horóscopo.
Com o tempo,
As brincadeiras de correr dão lugar as tardes longas
E perdidas falando sobre meninos
E sobre como eles são idiotas.
Com o tempo,
Você vai vendo as antigas fotos
Dividindo lugar com a saudade.
Com o tempo tu aprende sobre substituições
Adições, subtrações, incrementações
Porquê a vida é assim
Cheia de "ões" possíveis.
A gaveta de meia e calcinhas
Dividem espaço com os sutiãs.
Com o tempo,
As roupas de bonecas
Dividem espaço com os livros acumulados
De séries e etapas superadas.
Com o tempo,
Tuas revistas de colorir dão lugar as revistas de horóscopo.
Com o tempo,
As brincadeiras de correr dão lugar as tardes longas
E perdidas falando sobre meninos
E sobre como eles são idiotas.
Com o tempo,
Você vai vendo as antigas fotos
Dividindo lugar com a saudade.
Com o tempo tu aprende sobre substituições
Adições, subtrações, incrementações
Porquê a vida é assim
Cheia de "ões" possíveis.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
É teu!
Ofereço-te esse meu coração que covarde amou sem amar
Como se fosse confetes do carnaval que eu temi em brincar.
Mas, mesmo sendo covarde, as cicatrizes que ele tem
Testemunham o quanto ele foi capaz de te sentir
E o quanto sofreu por não poder dizer a tempo
Agora querido, entrego-te apenas estes versos
Assinados com lágrimas que durante esse intervalo
Escorreram dos meus olhos e morreram em minha face.
Entrego-te o que é pra ser entregue
Ofereço-te o que é de direito teu, ser tua posse.
Como se fosse confetes do carnaval que eu temi em brincar.
Mas, mesmo sendo covarde, as cicatrizes que ele tem
Testemunham o quanto ele foi capaz de te sentir
E o quanto sofreu por não poder dizer a tempo
Agora querido, entrego-te apenas estes versos
Assinados com lágrimas que durante esse intervalo
Escorreram dos meus olhos e morreram em minha face.
Entrego-te o que é pra ser entregue
Ofereço-te o que é de direito teu, ser tua posse.
Cuide de tudo que lhe dei e ainda dou.
És o único para quem confio meu cansado coração.
Eu não esqueci
Tenho pensado demais em você
Tenho pensado demais no que eu era contigo
Tenho pensado demais no porquê que você não procura mais
To com vontade de te ligar
Mas, falar o quê? Agir como se caso te encontrares por ai?
Dizer que ainda sinto?
Dizer que penso incansavelmente na gente?
Não.
Não vou pensar, não vou falar, tampouco fazer.
Dizer que ainda sinto?
Dizer que penso incansavelmente na gente?
Não.
Não vou pensar, não vou falar, tampouco fazer.
Mas será que foi tão fácil assim me esquecer?
Eu não esqueci você, eu não esqueci de "nós".
Saudades
De uns tempos pra cá tenho sentido saudades
Saudades de coisas que eu nem me dava conta que existiam
Saudades de sorrisos, de olhares, até de caretas
Saudades das palavras, dos gestos, dos sentimentos
Saudades de mim, saudades de você, saudade de nós.
Saudades de coisas que eu nem me dava conta que existiam
Saudades de sorrisos, de olhares, até de caretas
Saudades das palavras, dos gestos, dos sentimentos
Saudades de mim, saudades de você, saudade de nós.
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